Todo mundo está usando IA. Poucos sabem o que estão fazendo com ela.
A corrida foi rápida e barulhenta. Empresas adotaram inteligência artificial com entusiasmo genuíno — e, em muitos casos, sem nenhuma estratégia por trás. A lógica era simples: quem não está usando está ficando para trás. O problema é que correr sem direção não é vantagem competitiva. É desperdício com pressa.
A IA estava sendo oferecida a preços subsidiados — investidores bancavam os custos para que as empresas de IA atraíssem clientes com valores reduzidos. Esse período acabou. A IA está ficando mais cara, e empresas começam a reconsiderar o entusiasmo com a tecnologia que prometia revolucionar seus negócios. timesbrasiltimesbrasil
A conta chegou — e ela é alta para quem usou sem critério.
Em alguns casos, os custos com IA superaram os custos de um funcionário em apenas um ou dois meses de uso, simplesmente porque as empresas estavam utilizando a tecnologia em excesso. Esse fenômeno tem nome: tokenmaxxing — a obsessão por usar o máximo possível de recursos de IA, independente do retorno que isso gera. timesbrasil
O mercado está acordando para a realidade. Pesquisa da Qlik com mais de 4 mil executivos revelou que 61% das empresas globais reduziram investimentos em IA por falta de confiança na tecnologia. Não é rejeição à IA — é a consequência natural de adotar sem entender. exame
A diferença entre remédio e veneno é a dose certa.
IA funciona. Isso não está em discussão. O que está em discussão é quando usar, como usar, para qual finalidade e com qual volume de recurso. Usar por usar — ou usar porque todo mundo está usando — é exatamente o tipo de decisão que transforma uma ferramenta poderosa em custo recorrente sem retorno.
Na Feniman, IA não é pauta de marketing. É ferramenta aplicada com critério.
Treinamos as pessoas a usar inteligência artificial da forma certa, na medida certa, para a finalidade certa e no momento certo. Identificamos os casos de uso que fazem sentido para o negócio, eliminamos o que é moda sem resultado e garantimos que o custo da IA esteja sempre dentro do radar do FinOps — porque tecnologia cara que não retorna não é inovação. É sangria.
O objetivo não é usar mais IA. É usar a IA certa.